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Fundação João Pinheiro divulga programação de cursos de capacitação para o 2º semestre

Foi divulgada nesta terça-feira, 18 de julho, a programação dos cursos de curta duração da Fundação João Pinheiro (FJP) para o 2º semestre de 2017. Entre os meses de agosto e novembro serão oferecidas capacitações em dez áreas do conhecimento: Licitações e Contratos; Elaboração e Gerenciamento de Projetos; Gestão Orçamentária e Financeira; Formação de Pregoeiros; Estatística no Serviço Público; Produção de Textos e Redação Oficial; Gestão de Convênios; Análise de Indicadores; Sistema de Registro de Preços; e Excel Avançado no Setor Público.

 

Referência nacional em ensino e pesquisa, a instituição realiza regularmente cursos de curta duração voltados para profissionais dos setores público e privado, com os objetivos de fornecer qualificação para o mercado de trabalho e colaborar para a melhoria contínua do desempenho servidores das diferentes esferas de governo.

As aulas serão ministradas no campus Brasil da FJP (Av. Brasil, 674, Santa Efigênia), em dias sequenciais ou alternados, sempre das 8h30 às 12h30. As ementas de todos os cursos podem ser consultadas no endereço www.eg.fjp.mg.gov.br. Para efetuar a matrícula, o interessado deve preencher a ficha de inscrição online e encaminhar o comprovante de pagamento para o endereço Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Programação

 

Inscrições até 14 de agosto:

 

Licitações e Contratos [28 horas/aula]

Aulas: 21 a 29 de agosto

Investimento: R$ 511,81

 

Elaboração e Gerenciamento de Projetos [32 horas/aula]

Aulas: 23 de agosto a 11 de setembro

Investimento: R$ 580,81

 

Inscrições até 28 de agosto:

 

Gestão Orçamentária e Financeira [24 horas/aula]

Aulas: 11 a 19 de setembro

Horário: 8h30 às 12h30

Investimento: R$ 442,81

 

Inscrições até 4 de setembro:

 

Formação de Pregoeiros [20 horas/aula]

Aulas: 18 a 22 de setembro

Investimento: R$ 373,81

 

Inscrições até 11 de setembro:

 

Estatística no Serviço Público [24 horas/aula]

Aulas: 25 de setembro a 3 de outubro

Investimento: R$ 442,81

 

Inscrições até 18 de setembro:

                     

Produção de Textos e Redação Oficial [28 horas/aula]

Aulas: 2 a 10 de outubro

Investimento: R$ 511,81

 

Inscrições até 9 de outubro:

                     

Gestão de Convênios [28 horas/aula]

Aulas: 23 a 31 de outubro

Investimento: R$ 511,81

 

Análise de Indicadores [20 horas/aula]

Aulas: 23 a 27 de outubro

Investimento: R$ 373,81

 

Inscrições até 18 de outubro:

 

Sistema de Registro de Preços [20 horas/aula]

Aulas: 6 a 10 de novembro

Investimento: R$ 373,81

 

Excel Avançado no Setor Público [24 horas/aula]

Aulas: 6 a 13 de novembro

Investimento: R$ 442,81

Expor Outlet tem descontos de até 70%

Com produtos de qualidade e descontos reais, a Expor Outlet começa na quarta-feira,19. Os lojistas participantes estão com ofertas de até 70% em todo o estoque. A feira será realizada dentro da Expo Usipa, nos dias 19 a 21, de 18h às 23h. No dia 22 (sábado), dedicado exclusivamente às compras, o funcionamento é de 10h às 18h.

 

Este ano é a terceira edição do evento promovido pela Associação Comercial, Industrial, Agropecuária e de Prestação de Serviço de Ipatinga (Aciapi) e Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Ipatinga, com o apoio da Agência de Desenvolvimento de Ipatinga (ADI) e em parceria com a Usipa.

 

Desta vez, o espaço da Expor Outlet está ainda maior e diversificado. Além da forte presença das lojas de vestuário e calçados, a feira conta com comércio de outros segmentos, como acessórios, cosméticos e até produtos alimentícios.

 

O presidente da Aciapi, Cláudio Zambaldi, destaca que a variedade de produtos e marcas pretende atender público de uma maneira ainda mais completa. “Neste ano temos mais lojas participantes, o que aumentou ainda mais a diversidade. Às vezes a gente precisa comprar uma roupa, mas quer também um acessório, na Expor Outlet isso será fácil, pois as lojas vão estar bem pertinho uma das outras, para que cliente tenha conforto e comodidade na hora de realizar suas compras”, destaca.

 

Além da variedade, o presidente da CDL de Ipatinga também ressalta que os lojistas disponibilizam diferentes formas de pagamento. “Durante os quatro dias, todos os lojistas participantes estão prontos para o melhor atendimento. Para os clientes que preferem não andar com dinheiro em espécie, as lojas também oferecem o serviço da maquininha de cartão. Quem tiver crianças, temos um espaço voltado ao público infantil com brinquedos e animadores. Programe com sua família e amigos, e aproveitem a oportunidade para comprar coisa boa com um preço especial de verdade”, pontua José Carlos.

 

Os comerciantes que integram a Expor Outlet fazem a distribuição de convites do evento há duas semanas. Aproveite e corra em uma das lojas participantes para garantir o seu. Os convites são necessários para a entrada no evento entre os dias 19 a 21 (crianças até 12 anos não precisam de convites), no dia 22 a feira é totalmente aberta.

 

Confira as lojas já confirmadas para o evento: AG Basic Store, AG Jr., Âncora, Ana Isa Calçados, Audácia, Dona Chicca, Ello Boutique, Fredy Calçados, Lev Jeans, Lima Limão, Muza Rara, NF Folheados, Óticas Real, Rosa Chic, Tia Kuka, Tendência Moda Íntima, Use, Vintei, Lima Limão e Vizzage Cosméticos.

POLITICA

Em decisão que responde ao primeiro recurso do ex-presidente Lula na ação que o condenou por corrupção, o juiz Sergio Moro negou, nesta terça-feira,18, todos os pedidos da defesa e ainda comparou o petista ao ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

 

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Moro voltou a refutar a tese de que Lula nunca foi o proprietário de fato do tríplex no Guarujá (SP). O magistrado comparou o caso do petista ao de Cunha - pois "ele [Cunha] também afirmava, como álibi, que não era o titular das contas no exterior que haviam recebido depósitos de vantagem indevida".

 

"Em casos de lavagem, o que importa é a realidade dos fatos segundo as provas, e não a mera aparência", escreveu. Segundo o juiz, que negou omissão, obscuridade ou contradição na sentença, as questões trazidas pelos advogados "não são próprias de embargos de declaração".

 

O depoimento do executivo Leo Pinheiro, da OAS, contestado pela defesa, foi considerado por Moro "consistente com as provas documentais do processo", ao contrário dos álibis do ex-presidente, segundo o juiz.

 

Pinheiro afirmou que a compra e reforma do apartamento para Lula foram deduzidas de uma "conta-corrente de propinas" que a OAS mantinha com o PT -o que, para a defesa, é uma tese "fantasiosa".

 

Moro ainda escreveu que as declarações das testemunhas de defesa, que falaram sobre o aparato anticorrupção construído durante o governo do petista, "não excluem a constatação de que o ex-presidente foi beneficiado materialmente em um acerto de corrupção".

 

O juiz, por fim, abriu prazo de oito dias para que o Ministério Público Federal apresente as razões de apelação da sentença. A defesa de Lula também deverá apelar.O caso ainda será julgado pelo TRF (Tribunal Regional Federal) em Porto Alegre. 

VOTAÇÃO CONTRA TEMER, QUANTA BUROCRACIA!

Por Margarida Drumond de Assis

 

É impressionante o que há de confuso nesta de o presidente Michel Temer ter concluído o julgamento do processo que há contra ele e de podermos ver se descerá em definitivo ou não a rampa do Planalto, é burocracia demais. No andar da carruagem, podem-se apagar provas e se faltar com a Justiça. Também, como esperar que pessoas de má índole e sem ética, e esse é o caso de muitos no poder, legislem contra elas mesmas? É um faz e desfaz sem fim, um relatório se dá, mas logo o vemos ser rejeitado, vindo um novo; ocorre a votação, mas o que acontece, após? A denúncia feita pelo chefe da Procuradoria-Geral da República – PGR, Rodrigo Janot, ao presidente, quando também se condenou o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures pelo crime de corrupção passiva, fica para ter continuidade no plenário da Câmara, dia 2 de agosto, somente após o recesso parlamentar. E vejam bem: para que a denúncia da PGR vá para análise, no Supremo Tribunal Federal - STF, serão necessários os votos de 342 deputados, ou seja, dois terços dos votos na Câmara.

No retomar dos fatos, lembremos: a denúncia pauta-se nas investigações que vieram após as delações de Wesley e Joesley Batista, empresários da JBS, em consonância com trabalhos oriundos da Operação Lava Jato. Isto porque, em abril último, Loures, assessor de Temer, foi flagrado em São Paulo, carregando uma mala com R$ 500 mil, dinheiro esse que se destinaria ao presidente Temer. Após alguns procedimentos, o deputado Sérgio Zveiter, tido como pessoa justa e com excelentes indicações para analisar o processo, recomendou que o mesmo seguisse adiante, mas o deputado Paulo Abi-Ackel, veio como relator do parecer na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Câmara – CCJ, no dia 13 último, dando parecer favorável ao arquivamento da denúncia contra o presidente Michel temer, votação que resultou em 41 votos contra 24.

Mediante isso, a tensão e expectativa no país persistem, porque, é claro, todos sabemos que, nesse período de recesso, parlamentares se unirão ao presidente Temer para discutir estratégias para a próxima votação. Aliás, cumpre-nos registrar o que a ONG Contas Abertas publicou sobre fatos que se deram às vésperas daquela votação na CCJ: 36 dos 41 deputados que se posicionaram contra o parecer de Sérgio Zveiter receberam recursos para assim procederem. Segundo a citada Organização Não Governamental, o Planalto teria liberado R$ 134 milhões em emendas parlamentares, com vistas a esse objetivo, cabendo ao novo relator da denúncia, Abi-Ackel, o montante de R$ 5,1 milhões.

A essa altura dos fatos, pensamos sobre o que acontecerá, no dia 2 de agosto, a partir do que decidir a Câmara. Se os deputados autorizarem a continuidade do processo, irá para o STF e então caberá ao Supremo definir se recebe a denúncia e afasta o presidente ou, em caso contrário, o processo para, ali mesmo, até que se conclua o mandato do presidente Michel Temer. E neste caso, se o STF rejeitar o recebimento da denúncia, nós nos perguntamos por que invalidar a votação de pelo menos 342 deputados que teriam apoiado a continuidade das investigações contra Temer, pelo crime de corrupção passiva, e, diga-se de passagem, o primeiro presidente da República a ter denúncia formal durante o exercício de mandato.

Caso a Corte, com seus onze ministros, optem pela aceitação da denúncia contra o presidente Michel Temer, ele se tornará réu, sendo afastado por até 180 dias; assumindo o País o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e esta terá à frente o vice-presidente atual, Fábio Ramalho. E pode o leitor estar se perguntando qual prazo tem o STF para tal julgamento. Vamos lá: conforme o regimento interno do Supremo, não há prazo exato; dependerá primeiro da análise da acusação pelo ministro Edson Fachin, o relator da investigação, sendo ele quem conduzirá os procedimentos, vendo detalhes do documento. Passo seguinte, ele notifica o presidente para que apresente sua defesa prévia, no prazo de quinze dias; na sequência, Fachin comunicará à ministra Cármen Lúcia, presidente do STF, sobre quando quando o seu voto estará pronto para o julgamento.

Em havendo julgamento, como ele ocorrerá? Caso ele ocorra, a leitura do relatório será feita por Fachin, resumindo o que constar da defesa e da acusação, e o advogado do presidente terá 15 minutos para se manifestar na tribuna. Então, o ministro, se levar em conta a presença de fortes indícios de crime cometido por parte do presidente, proferirá voto pelo recebimento da denúncia; se, porém, considerar insuficiência de sinais para acusação, rejeitará o processo. Já, para decisão final, será  necessário o mínimo de seis votos entre os onze ministros. Manifestado o voto de Fachin, pela ordem sequencial, veremos os de Alexandre de Moraes, Luís  Roberto Barroso, Rosa Weber, Luiz Fux, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes, Marco Aurélio Mello, Celso Mello e Carmen Lúcia. É mister ainda ressaltar que, no caso de a denúncia ser rejeitada, o Presidente continua seu mandato, estando a PGR com direito a recorrer contra a decisão.

Vemos, pois, que tensão e expectativa podem durar ainda por muito tempo; só desejamos que ações pelo bem do Brasil não fiquem à mercê desses tantos trâmites que envolvem os três poderes, pois, a continuar assim, certamente crescerá bastante o desencanto que, se percebe, mais e mais se apossa de toda a nação.

 

 

Margarida Drumond é jornalista, professora e escritora com dezesseis livros editados, dentre os quais, Aconteceu no cárcere, já roteirizado para o cinema; Dom Lara: vida de amor, testemunho de caridade; e Além dos versos.