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Saúde, educação e solidariedade são pautas da FSFX para a ExpoUsipa 2017

A Fundação São Francisco Xavier (FSFX) participa, entre os dias 19 e 21 de julho, da 29ª edição da tradicional ExpoUsipa, maior exposição de indústria, comércio e prestação de serviços do leste mineiro, que reúne nomes do Brasil e do exterior. O estande inclui, em sua programação, mostras de serviços prestados pela Fundação, por meio de atividades interativas de suas unidades de negócio: Hospital Márcio Cunha (HMC), Hospital Municipal Carlos Chagas (HMCC), Usisaúde, Centro de Odontologia Integrada (COI) e Colégio São Francisco Xavier (CSFX). A grande surpresa do evento será o lançamento da nova marca dos serviços das áreas de segurança do trabalho, saúde e higiene ocupacional.
 Para os visitantes que quiserem aferir sua pressão, calcular seu índice de massa corporal (IMC) ou realizar o exame de glicemia, profissionais prestam atendimento ao público no Espaço Saúde. As crianças que acompanharem os pais terão o Espaço Kids como parada obrigatória, com atividades do projeto Educação em Segurança e Saúde, do CSFX, e orientações nutricionais do projeto Equilibrar Infantil, iniciativa do programa “Atitude Rima com Saúde” da Usisaúde.  No Espaço Saúde Bucal, o Centro de Odontologia Integrada (COI) traz orientações sobre prevenção do câncer bucal, entre outras.
 Fios de solidariedade
Reafirmando sua responsabilidade social, a FSFX se aproxima da comunidade por meio de projetos voltados para saúde, educação e bem-estar, convergindo com tema deste ano para o estande: “Nós cuidamos da vida”. Em parceria com o grupo Se Toque, de apoio ao paciente oncológico, o espaço na Expo Usipa recebe o projeto Fios de Amor, uma iniciativa que existe desde 2016 e é uma das formas que a Fundação encontrou para transformar solidariedade em alegria para mulheres que travam a batalha contra o câncer.  Durante o evento, um cabeleireiro estará à disposição no estande para realizar o corte de cabelo. Homens e mulheres podem doar, no mínimo, 20 centímetros de cabelo. O visitante que tiver interesse em participar e ajudar pode procurar o espaço da FSFX. Para aqueles que já cortaram o cabelo, basta dirigir-se ao estande e entregar a doação. Além de ceder o cabelo, visitantes também podem adquirir bolsas e canecas, cuja verba será repassada ao projeto.

Usiminas abre Centro de Sensibilização de Segurança para visitantes da Aperam

Comportamento e conhecimento são palavras-chaves no dia a dia de qualquer indústria para que a segurança, a saúde e a vida dos empregados sejam preservadas em primeiro lugar. Pensando nisso, a Usiminas criou dentro da área da Usina de Ipatinga o Centro de Sensibilização de Segurança, um ambiente com 30 vivências capazes de proporcionar experiências reais de acidentes e situações de risco aos visitantes.

Voltado para sensibilização de empregados, esse espaço inovador agora chama a atenção também de empresas parceiras, como a Aperam. Na última semana, cinco integrantes da empresa conheceram o Centro e gostaram do que viram. Eles foram alguns dos sorteados para realizar a visita no 9º Workshop de Segurança e Saúde Ocupacional, promovido em junho, em Ipatinga, pela Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração (ABM), quando a Usiminas apresentou o trabalho como um dos cases de sucesso das grandes empresas do evento.

“Assisti a apresentação do Centro de Sensibilização no Workshop da ABM e fiquei muito interessado. Achei a ideia inovadora e a minha percepção foi a melhor possível. Lá, a vivência é real, de fato, e temos a oportunidade de ver na prática medidas de segurança necessárias para eliminar os riscos. Fomos muito bem recebidos”, agradece Paulo Raso, gerente de Recursos Humanos da Aperam.

Aprendizado na prática

Inaugurado em 2011 e modernizado em 2016, o Centro de Sensibilização de Segurança é usado para dinâmicas teóricas e práticas. O objetivo é incentivar os colaboradores a desenvolverem suas atividades com segurança, levando-os a assumir o protagonismo no cuidado com a vida. Nos chamados espaços de vivências, o empregado, por exemplo, pode manusear braços artificiais em máquinas, reproduzindo como seria um esmagamento das mãos envolvendo correntes e rolos e suas drásticas consequências. Ou visualizar a percepção de riscos elétricos, riscos do trabalho em altura, movimentação de cargas, proteção contra incêndios, acesso seguro à ponte rolante, ferramentas manuais, entre outras.

Afinal, as estatísticas mostram que 86% dos acidentes na indústria têm como causa atos inseguros e outros 12% ocorrem por conta das condições inseguras. Ou seja, a maioria deles causados por comportamento inadequado. “Queremos sensibilizar as pessoas, tocar no coração delas, para que aprendam, de maneira interativa, sobre as consequências desses eventos e a importância da prevenção de acidentes para o trabalho e para a vida”, destaca Silmar Rabelo, gerente geral da Laminação a Frio da Usiminas.

O Centro possui ainda salas de encontro para realização de Diálogos Diários de Segurança, palestras sobre segurança, saúde e qualidade de vida, tornando um instrumento importante de capacitação na empresa. De janeiro a julho, mais de 2.500 empregados diretos, indiretos e visitantes já passaram pelas simulações de vivências do setor.

Reforma trabalhista: especialista esclarece 10 dúvidas sobre o assunto

- Das férias à jornada de trabalho, veja o que muda para o trabalhador a partir de agora -

O presidente Michel Temer sancionou na última quinta-feira (13) a lei da reforma trabalhista no Brasil, e as novas regras já estão gerando muitas dúvidas nos quatro cantos do país. Afinal, o que muda? Não haverá mais direto a férias? O trabalhador vai perder o 13º salário? E a jornada de trabalho, como será?

Especialista em Direito do Trabalho e sócio da BPH Advogados, de Blumenau (SC), o advogado Rafael Amaral Borba responde às perguntas mais comuns sobre o assunto:

1 – Por que o governo decidiu fazer a reforma trabalhista? 

As normas trabalhistas até então aplicadas haviam sido, em sua maioria, criadas em 1943. De lá para cá não ocorreram inovações legislativas de modo a acompanhar a evolução social e tecnológica, restando à dita legislação, em muitos pontos defasada, grandes problemas e insegurança nas contratações. Além disso, os números de ações trabalhistas no Brasil são assustadores, o que, em parte, demonstra a necessidade de adequação dessa legislação ao tempo e realidade atual. A reforma trabalhista é, também, uma das principais medidas do governo para estimular novas contratações e desburocratizar os processos de admissão e demissão.

2 – Com a aprovação, o que muda na jornada do trabalhador? 

Com a antiga lei a jornada de trabalho diária era de oito horas diárias, 44 horas semanais e 220 horas mensais. A nova lei mantém a mesma limitação da jornada, mas permite que o empregador contrate o empregado — de qualquer área de atividade — para trabalhar 12 horas diárias, com descanso de 36 horas consecutivas, desde que respeitado o limite de 44 horas semanais.  

A prorrogação da jornada de trabalho do empregado contratado para trabalhar oito horas diárias continua sendo de duas horas diárias, sendo que as horas extras laboradas deverão ser pagas com o acréscimo legal ou compensadas em conformidade com a as regras do banco de horas.

3 – Vou perder o direito ao 13º salário?

Embora a nova lei determine a prevalência do acordado sobre o legislado, alguns direitos permanecem inalterados e não podem ser negociados. Dentre eles está o 13º salário, que permanecerá sendo devido a todos os empregados.

A única alteração em relação ao tema diz respeito à forma de cálculo para os contratos firmados na modalidade de contrato intermitente, onde o empregado poderá ser contratado por horas e alternância de períodos, já que nesta modalidade contratual o valor do 13º salário será calculado de forma proporcional as horas trabalhadas.

4 – E quanto às férias? O que muda?

As férias que antes poderiam ser fracionadas apenas em situações excepcionais e, no máximo, em dois períodos nunca inferiores a 10 dias, agora poderão, mediante acordo entre empregado e empregador, ser fracionadas em até três períodos, desde que ao menos um deles corresponda a duas semanas ininterruptas de descanso. O pagamento do terço de férias continua sendo obrigatório.

5 – O que acontece com o FGTS?

O FGTS continua sendo de recolhimento obrigatório. A única alteração se refere às rescisões realizadas de comum acordo entre empresa e empregado, pois neste caso a multa rescisória será reduzida de 40% para 20%. Nas demissões sem justa causa por inciativa exclusiva da empresa permanece vigente a obrigação da multa integral de 40%

6 – Há mudança prevista para quem trabalha em home office? 

O trabalho em home office não era regulamentado pela legislação anterior. A nova lei regulamente tal atividade, sendo que as condições do trabalho, inclusive no que se refere a uso de equipamentos, custo de energia, dentre outros, deverá ser acordado entre empregado e empregador.

7 – O que acontece com os trabalhos temporários?

O trabalhador temporário fará jus ao mesmo atendimento médico, ambulatorial e de refeição destinado aos empregados do tomador de serviços temporário, além da garantia de condições de segurança, higiene e salubridade. Os serviços contratados poderão ser realizados nas instalações físicas do contratante ou em local previamente convencionado no contrato de trabalho temporário.

No que diz respeito ao prazo de duração do contrato de trabalho temporário, a vigência não poderá exceder ao prazo de 180 dias, consecutivos ou não, podendo ser prorrogado por até 90 dias consecutivos ou não, além do prazo de 180 dias, quando comprovada a manutenção das condições que lhe deram causa.

8 – O que acontece com o trabalho em tempo parcial?

De acordo com a nova regra o trabalho em regime de tempo parcial é de até 30 horas semanais, sem a possibilidade de horas suplementares por semana, ou de 26 horas por semana – neste caso com a possibilidade de seis horas extras semanais. As horas extras serão pagas com o acréscimo de 50% sobre o salário/hora normal. Atualmente, trabalho em regime de tempo parcial é aquele que tem duração máxima de 25 horas semanais e a hora extra é vedada.

9 – Ainda terei direito a banco de horas? 

O banco de horas foi desburocratizado, pois na antiga legislação só seria legítimo se firmado com o sindicato representativo da categoria. Com a nova lei, o banco de horas poderá ser firmado através de acordo individual entre empregado e empregador, desde que a compensação ocorra no período máximo de seis meses.

10 – Como ficam as ações na Justiça do Trabalho?

Nada muda em relação às ações na justiça do trabalho, principalmente porque o direito de ingressar com a ação é um direito constitucional de todos os trabalhadores. Entretanto, a partir da entrada em vigor da nova lei, o empregado será obrigado a comparecer às audiências designadas e arcar com os custos do processo, caso perca a ação.

Outra inovação da reforma trabalhista diz respeito à rescisão contratual, pois retira a exigência de homologação contratual ser feita no sindicato. As rescisões serão feitas na própria empresa, na presença de advogados do empregador e funcionário. 

FEIRA NA FEIRA

- Instituto Cenibra leva Projetos Sociais para 29ª ExpoUsipa -

No período de 19 a 21 próximos, a Cenibra participará da 29ª Exposição Industrial, Comercial e Prestação de Serviços de Ipatinga (EXPOUSIPA), em Ipatinga, montando em seu estande institucional uma feira com barracas de representantes de alguns projetos sociais parceiros do Instituto Cenibra .

O conceito, inspirado na estrutura de uma feira comunitária, potencializa o empreendedorismo regional de forma a alavancar novos negócios a partir da vocação socioeconômica de cada comunidade. Estarão presentes representantes das parcerias com Apicultores (Santa Bárbara), Artesanato em bambu (Açucena), fibra de celulose (Belo Oriente) e palha de indaiá (Antônio Dias), panificação e produtos agrícolas (Peçanha). Os produtos apresentados na feira serão comercializados pelos representantes dos projetos sociais.

A Cenibra está presente em 54 municípios de Minas Gerais. Por meio do Instituto CENIBRA, desenvolve inúmeros programas que visam elevar os níveis de qualidade de vida das populações vizinhas. São mais de 30 Projetos Socioambientais que contemplam as áreas de educação, meio ambiente, inclusão digital, geração de renda, resgate cultural, lazer e cidadania.

“Frutos do Eucalipto. Este foi o tema chave para definição do estande da CENIBRA este ano. Apresentando os frutos da floresta de eucalipto que gera emprego, renda, impostos e ações sociais. Escolhemos este ano apresentar uma pequena mostra dos diversos projetos de parceria desenvolvidos pelo Instituto CENIBRA. Os visitantes da Feira poderão conhecer e adquirir produtos de artesanato e alimentação elaborados a partir do conceito do empreendedorismo sustentável”, afirma a Leida Hermsdorff Horst Gomes, Coordenadora de Comunicação Corporativa e Relações Institucionais, também responsável pelo Instituto Cenibra .