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Um novo conceito em açaí chega ao Vale do Aço

A partir de sábado, (22, o Vale do Aço passa a contar com uma novidade para os “amantes do açaí”. É a nova loja Duda Açaí, que será inaugurada na rua Paquetá, 1555, no bairro Giovannini, em Coronel Fabriciano.

O espaço de 365 m² foi totalmente inspirado na Amazônia, terra natal do açaí, e na população indígena. Decorado com mandalas e peças em madeiras, a loja Duda Açaí pretende ampliar a maneira como o açaí é oferecido no Vale do Aço.

Além das tradicionais frutas e acompanhamentos do creme de açaí, a Duda Açaí vai oferecer ingredientes gourmets como ganache, mousse de cupuaçu, maracujá e morango, Ferrero Rocher, Nutella, Ovomaltine, paletas mexicanas, entre tantos outros. São mais de 30 opções.

“Sabemos que aqueles que apreciam o açaí, valorizam a alimentação mais saudável e nutritiva. Mas como muitos não abrem mão dos sabores irresistíveis dos acompanhamentos, investimos num leque mais amplo de opções e incluímos ingredientes gourmets”, afirma o casal de proprietários, Eduarda Barroso e Thiago Assunção.

Ambiente familiar e novidades no cardápio

Eduarda e Thiago investiram ainda num novo espaço divido em três ambientes. Na nova Duda Açaí, a música tranquila e o ambiente familiar facilitam o bate-papo dos clientes enquanto saboreiam as delícias da casa. 

Entre as novidades do cardápio, estão sucos, sucos detox e vitaminas. Há ainda opções de lanches rápidos, porções e cerveja artesanal. “Em breve, queremos oferecer aos nossos clientes uma opção de cerveja de açaí, fabricada na Amazônia”, revela Eduarda.

Delivery

Outro diferencial da Duda Açaí é o serviço de distribuição do creme de açaí e da granola utilizada na loja para outros estabelecimentos do ramo na região. Os pedidos podem ser feitos por telefone e são entregues em todo o Vale do Aço.

Serviço

A loja Duda Açaí vai funcionar de terça à sexta-feira, das 15h30 às 23h, e aos sábados e domingos, das 14h30 às 23h. No primeiro sábado de funcionamento da casa, a loja será aberta a partir das 18h. 

Parlamentares que vão votar perdão de dívidas devem R$ 533 mi

Valor inclui débitos que deputados e senadores têm como pessoa física e endividamento de suas empresas

 

BRASÍLIA - Deputados e senadores que devem à União R$ 532,9 milhões serão os responsáveis por aprovar o texto do novo Refis – programa de parcelamento de débitos tributários e previdenciários concedido com descontos generosos de juros e multas. O governo enviou uma proposta ao Congresso, em janeiro, com a expectativa de arrecadar R$ 13,3 bilhões este ano, mas a medida foi alterada pelos parlamentares, derrubando a arrecadação para R$ 420 milhões. A nova versão pretende perdoar 73% da dívida a ser negociada.

 

Os dados da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), responsável pela gestão da dívida ativa, foram obtidos pelo Estadão/Broadcast por meio da Lei de Acesso à Informação. O valor inclui dívidas inscritas nos CPFs dos parlamentares, débitos nos quais eles são corresponsáveis ou fiadores e o endividamento de empresas das quais são sócios ou diretores.

 

Os R$ 532,9 milhões em dívida dos parlamentares consideram apenas as dívidas em aberto, ou seja, o endividamento classificado como “irregular” pela PGFN. Isso porque deputados e senadores já foram beneficiados por parcelamentos passados. O total de débitos ligados a deputados e senadores inscritos em Refis anteriores – ou seja, que estão sendo pagos e se encontram em situação “regular” – é de R$ 299 milhões.

 

Companhias administradas por parlamentares respondem pela maior parte dos calotes à União que seguem em aberto. As empresas de 76 deputados federais devem R$ 218,7 milhões, enquanto as geridas por 17 senadores acumulam débitos de R$ 201,2 milhões. É nesse grupo que está incluído o deputado Newton Cardoso Jr. (PMDB-MG), relator da medida provisória do novo Refis e responsável por modificar totalmente o teor do texto original para ampliar as vantagens aos devedores.

 

Veto. A Receita Federal vai recomendar o veto do novo Refis se permanecerem as condições propostas pelo relator. Desde o início, a Receita queria que essa versão do parcelamento saísse com regras duras para desestimular os “viciados” em parcelar dívidas tributárias – contribuintes que pagam apenas as primeiras prestações e depois abandonam os pagamentos à espera de novo perdão. Desde 2000, já foram lançados 27 parcelamentos especiais.

 

A PGNF informou ainda que 11 deputados são corresponsáveis em dívidas que chegam a R$ 31,8 milhões, bem como 3 senadores estão arrolados em débitos de terceiros que somam R$ 62,2 milhões.

 

A lista do órgão de cobrança expõe ainda os débitos diretos dos parlamentares, inscritos nos próprios CPFs. Nesse grupo estão 29 deputados federais, com dívida total de R$ 18,9 milhões, e 4 senadores, que juntos devem R$ 6 milhões

Eletrobras lança Programa de Demissão Voluntária

Funcionários com mais de dez anos de trabalho e com mais de 55 anos de idade podem aderir ao programFuncionários com mais de dez anos de trabalho e com mais de 55 anos de idade podem aderir ao programa

Cerca de 4,6 mil funcionários da Eletrobras e suas controladas Centro de Pesquisas de Energia Elétrica (Cepel), Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica (CGTEE), Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf), Eletronuclear, Eletronorte, Eletrosul, Eletropar e Furnas poderão aderir ao Plano de Aposentadoria Extraordinária (PAE) lançado pela holding. A iniciativa integra o Plano Diretor de Negócios e Gestão da estatal para o período de 2017 a 2021.

 

A Eletrobras informou que o programa pretende reduzir custos e “adequar o corpo de funcionários à nova realidade do setor elétrico brasileiro”.

 

As adesões voluntárias serão feitas em dois períodos, sendo que o primeiro termina no dia 30 de junho. Já o segundo período se estenderá de 10 a 31 de julho. Os desligamentos serão feitos em sete turmas, entre junho e dezembro deste ano.

 

Segundo a Eletrobras, pelo menos 4.600 empregados podem aderir ao programa. Para aderir ao Plano de Aposentadoria Extraordinária, o empregado deve ter mais de 55 anos de idade e pelo menos 10 anos de trabalho na empresa no momento do desligamento.

 

A medida abrange aposentados pela Previdência oficial, funcionários em condições de aposentadoria pela Previdência oficial até a data de desligamento, empregados reintegrados e anistiados à empresa por meio da Comissão Especial Interministerial (Lei nº 8.878/1994).

 

Neste último caso, a Eletrobras esclareceu que não há exigência de tempo mínimo de empresa, idade mínima ou obrigatoriedade de ser aposentado ou estar em vias de se aposentar.

 

 

Usiminas: se bancos japoneses não renegociarem títulos, siderúrgica pode ir à falência

Luz vermelha acesa na Usiminas. A companhia aguarda decisão dos bancos japoneses, liderados pelo Japan Bank for Internacional Coorperation (Jbic), sobre renegociação dos títulos internacionais que vencem em 2018. Se as instituições não aceitarem as condições propostas pela siderúrgica, ela pode ir à falência. 

 

Em entrevista exclusiva ao Hoje em Dia, o presidente do grupo ítalo-argentino Ternium/Techint, Paolo Bassetti, afirmou que a Nippon pressiona os bancos para tornar o processo mais moroso. Ternium/Techint e Nippon são sócias controladoras da Usiminas e travam, na Justiça, uma batalha pelo comando da empresa. 

 

Os japoneses são categóricos em afirmar que não interferem na negociação da companhia com os bancos internacionais. O diretor da Nippon, Kazuhiro Egawa, concorda, no entanto, que uma negativa dos bancos japoneses é capaz de ruir o patrimônio da siderúrgica. 

 

Os títulos internacionais, também conhecidos como bonds, representam cerca de 8% da dívida da companhia. No ano passado, o restante do passivo, R$ 6,3 bilhões, foi renegociado mediante algumas condicionantes. A redução de R$ 1 bilhão do caixa da Mineração Usiminas (Musa) para fortalecimento do caixa da siderúrgica era uma das condições. A outra, e última fase do processo, era a renegociação dos bonds, que vencem em janeiro do ano que vem.

 

Inicialmente, a Usiminas firmou compromisso de pagar 50% do valor dos títulos em janeiro de 2018 e de renegociar os 50% restantes por meio de Oferta de Permuta, conforme nota da empresa. “Como divulgado em Fato Relevante no dia 23/06, a operação de oferta de troca das notas foi suspensa em virtude do entendimento da Usiminas de que sua realização não é vantajosa nas atuais condições de mercado”, diz o texto.

 

 

Segundo uma fonte ligada às negociações, como o caixa da siderúrgica está mais robusto, a ideia era quitar parte dos títulos antecipadamente. “No ano passado, a Usiminas contratou um banco especializado para conversar com os detentores dos títulos, que estão espalhados pelo mundo. Ficou claro que fazer uma negociação para rolar a dívida sairia caro, devido à situação econômica e política do país. Além disso, estamos falando de uma dívida em dólar”, afirma a fonte. 

 

Os bancos brasileiros aceitaram quase que de imediato mudar os termos iniciais. Os japoneses, porém, pediram mais tempo para se posicionar. Eles têm até 31 de agosto para tomar a decisão. E é aí que está o problema. 

 

Se os bancos estrangeiros não aceitarem a proposta de pagamento antecipado dos bonds, o acordo de renegociação da dívida total da companhia vai por água abaixo e será necessário quitar o débito de imediato. Como a companhia não tem caixa, a negativa seria uma pá de cal nos planos de recuperação.