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Usiminas recebe reconhecimento ambiental

Redação Folha do Comércio

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A atuação da Usiminas em áreas verdes, na Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Usipa - onde funciona o Viveiro de Mudas da companhia -, foi reconhecida pela entidade ambiental Zeladoria do Planeta. A premiação, realizada desde 2004, tem como objetivo identificar e reconhecer iniciativas que se destacaram no desenvolvimento de projetos socioambientais.

Uma comissão independente indicou 50 personalidades e instituições com ações relevantes, das quais 12 iniciativas foram selecionadas por uma equipe interna da organização.Com 18 anos de atuação, a Zeladoria do Planeta é uma Organização da Sociedade Civil sem fins lucrativos, criada com o objetivo de contribuir para formar a consciência da comunidade de sua responsabilidade face a conservação e preservação da natureza.

“Para nós, é motivo de muito orgulho ter a nossa atuação ambiental reconhecida mais uma vez, trata-se de um local espetacular dentro Vale do Aço. A preservação das áreas verdes é um compromisso diário da Usiminas com o meio ambiente, com as comunidades e com o futuro”, destaca Julimar Cosme da Silva, gerente responsável pela gestão das áreas verdes da Usiminas.

Em 2016, a área de 204 hectares situada em Ipatinga foi reconhecida como Reserva Natural (RPPN) pelo Instituto Estadual de Florestas (IEF), contribuindo para a manutenção do Bioma Mata Atlântica. Da reserva, a cada ano saem cerca de 20 mil mudas de espécies nativas da mata atlântica que são usadas na arborização das áreas da Usiminas, na recuperação de nascentes e mata ciliares, além de doadas para prefeituras e para comunidade por meio de diversas ações ao longo do ano.

Fauna

Além da produção de mudas, a área também é um importante refúgio para a fauna da região e também animais reabilitados. Na última semana, uma fêmea de tamanduá-mirim, espécie ameaçada de extinção, foi solta a área após ser recuperada pelo programa Fauna Sem Lar.

O programa é desenvolvido pelo Cebus em conjunto com Instituto Estadual de Florestas (IEF), a Polícia de Meio Ambiente, a Associação de Proteção Ambiental do Vale do Aço (ARPAVA) e a Usiminas. A iniciativa é responsável por receber e tratar animais da fauna local. Depois de recuperados, os exemplares são soltos em seu habitat natural.

A atuação da Usiminas em áreas verdes, na Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Usipa - onde funciona o Viveiro de Mudas da companhia -, foi reconhecida pela entidade ambiental Zeladoria do Planeta. A premiação, realizada desde 2004, tem como objetivo identificar e reconhecer iniciativas que se destacaram no desenvolvimento de projetos socioambientais.

Uma comissão independente indicou 50 personalidades e instituições com ações relevantes, das quais 12 iniciativas foram selecionadas por uma equipe interna da organização.Com 18 anos de atuação, a Zeladoria do Planeta é uma Organização da Sociedade Civil sem fins lucrativos, criada com o objetivo de contribuir para formar a consciência da comunidade de sua responsabilidade face a conservação e preservação da natureza.

“Para nós, é motivo de muito orgulho ter a nossa atuação ambiental reconhecida mais uma vez, trata-se de um local espetacular dentro Vale do Aço. A preservação das áreas verdes é um compromisso diário da Usiminas com o meio ambiente, com as comunidades e com o futuro”, destaca Julimar Cosme da Silva, gerente responsável pela gestão das áreas verdes da Usiminas.

Em 2016, a área de 204 hectares situada em Ipatinga foi reconhecida como Reserva Natural (RPPN) pelo Instituto Estadual de Florestas (IEF), contribuindo para a manutenção do Bioma Mata Atlântica. Da reserva, a cada ano saem cerca de 20 mil mudas de espécies nativas da mata atlântica que são usadas na arborização das áreas da Usiminas, na recuperação de nascentes e mata ciliares, além de doadas para prefeituras e para comunidade por meio de diversas ações ao longo do ano.

Faun

Além da produção de mudas, a área também é um importante refúgio para a fauna da região e também animais reabilitados. Na última semana, uma fêmea de tamanduá-mirim, espécie ameaçada de extinção, foi solta a área após ser recuperada pelo programa Fauna Sem Lar.

O programa é desenvolvido pelo Cebus em conjunto com Instituto Estadual de Florestas (IEF), a Polícia de Meio Ambiente, a Associação de Proteção Ambiental do Vale do Aço (ARPAVA) e a Usiminas. A iniciativa é responsável por receber e tratar animais da fauna local. Depois de recuperados, os exemplares são soltos em seu habitat natural.

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